Após campanha de 1 milhão de likes a Razer Toaster se tornará realidade

O eletrodoméstico com pegada gamer teve sua primeira aparição em uma brincadeira de 1ª de abril da Razer em 2013.

Após o apoio dos fãs, a página “Give us the Razer Toaster” foi criada e atingiu milhares de seguidores. Em resposta á grande repercussão Min-Liang Tan, CEO da Razer, disse que a empresa criaria a torradeira se a página batesse a meta de 1 milhão de likes.

Com inúmeros produtos como teclados, mouses, e headphones, a Razer é uma das principais marcas quando o assunto é hardware gamer.

Os produtos como teclados, mouses e headphones são destinados tanto para o público casual tanto para profissionais na área de video games.

O design dos seus produtos são bem agressivos, com LEDs e sempre acompanhados de uma grande estampa da logo da marca, que também se tornou ostentação no segmento.

O projeto de torradeira, mesmo sendo uma brincadeira, não foge desses aspectos: a torradeira apresentada pela marca é totalmente preta com LEDs em verde e com o próprio calor estampa a logo da marca nas torradas.

Após a meta de um milhão de likes se tornar realidade, Tan voltou a se pronunciar sobre a Razer Toaster: “Tudo bem, eu não achei que esses caras iriam conseguir, mas eles conseguiram! Vou reunir minha equipe de designer e engenheiros. Isso vai levar alguns anos, mas vou me certificar de compartilhar o progresso e tornar um caso da comunidade Razer”.



Amazon libera versão de testes da Alexa em português

A Amazon liberou a sua assistente social Alexa para alguns usuários do Echo que se inscreveram na versão de testes em português brasileiro. No começo da semana retrasada, dia 19 de abril, os usuários selecionados receberam o update.

O Echo é a caixa de som bluetooth da Amazon. Além da função tradicional das caixas de som, que é ouvir música, o speaker da Amazon vem com a função assistente social.

O serviço de assistente social da Amazon é a Alexa. Você pode “conversar” com ela e realizar inúmeras tarefas a partir do microfone que já vem acoplado na Echo.

Inicialmente lançado apenas em inglês, a Amazon está lançando gradativamente a versão em outros idiomas. Neste mês, a versão de testes em português brasileiro foi disponibilizada apenas para alguns usários.

A opinião de quem recebeu o update foi positiva. A Alexa está quase 100% traduzida para português, apenas deixando alguns temos par trás, como “games” e “latest arrivals”. Essas traduções esquecidas são exceções mas com certeza serão corrigidas nas próximas versões.

Serviços como informar a previsão do tempo, adicionar e receber lembretes de compromissos na agenda e criar alarmes já estão disponíveis perfeitamente. Basta pedir á Alexa.

Vale ressaltar que é possível decidir quais ferramentas serão utilizadas por padrão, seja da Google, Microsoft ou Apple.

As músicas armazenadas no seu celular podem ser solicitadas sem problemas, porém, ela ainda não consegue abrir músicas no Spotify.

A infinidade de tarefas que a Alexa pode fazer ainda inlcui realizar compras online, fazer ligações e enviar e-mails. Elas estão chegando progressivamente na versão brasileira.

A Amazon deixa o usuário ciente: “A Alexa oferecerá um conjunto limitado de recursos, mas novas funcionalidades serão incluídas ao longo do período de testes. Pedrimos qu e tenha paciencia. Quanto mais você interage com a Alexa, mais inteligente ela fica”.

A Amazon não informou a data de lançamento oficial do serviço no Brasil.



Samsung anuncia a segunda versão do seu óculos de realidade virtual, o HMD Odyssey+

O HMD Odyssey Plus é a segunda versão do óculos de realidade virtual da Samsung. As principais melhorias que o dispositivo recebeu foram no setor de resolução das lentes e no design. A compatibilidade que já era baixa continua no mesmo patamar, não alegrando os interessados na tecnologia.

Você já imaginou entrar em algum jogo ou aplicativo, poder segurar objetos ou interagir com personagens? O conceito principal dos óculos de realidade virtual são esses, eles fazem você “entrar em um novo mundo”.

O HMD Odyssey é um dispositivo que conta com um tipo de capacete que dispõem de duas lentes que se encaixam no nosso rosto como se fossem um óculos e também um fone de ouvido para transmitir os sons do jogo ou aplicação. Este capacete também acompanha dois joysticks, um para cada mão, onde os movimentos são controlados e objetos são simulados.

Com o capacete podemos mexer a cabeça e acompanhar algum objeto em algum jogo, assim como fazemos na vida real.

Os joysticks também simulam nossos movimentos no universo virtual. Se estivermos em algum jogo de guerra medieval, por exemplo, e quisermos atirar com um arco e flecha, devemos pegar a flecha e fazer o mesmo movimento que desejamos que o personagem do jogo faça.

No HMD Odyssey Plus, a Samsung melhorou o design da faixa que segura o aparelho na cabeça do usuário, deixando-a muito mais confortável. As lentes também foram melhoradas, com a tecnologia anti-SDE. Essa tecnologia, como o nome sugere, combate o SDE, nome dado a pequenas faixas pretas que podiam ser vistas entre os pixels na primeira versão do aparelho.

Infelizmente existem dois principais pontos que não permitem a popularização dos óculos de realidade virtual da Samsung. Ambos continuam existindo.

O primeiro é o preço. O preço médio do HMD Odyssey Plus é R$3.500. Além disto, quem quiser ter um, vai precisar de um computador com, no mínimo, Windows 10, processador Intel Core i5, 8GB de RAM, placa de vídeo com 2GB e USB 3.0, especificações nada baratas.

O outro fator é a compatibilidade. Atualmente são mínimos os jogos ou aplicativos que tem compatibilidade com o HMD Odyssey Plus. A gama de aplicações disponíveis é muito baixa, resultando poucos interessados na tecnologia.

Kindle 10ª Geração com iluminação e preço atrativo

Hoje, quarta feira, 4 de abril de 2019, o Kindle 10ª Geração chegou ao mercado brasileiro! O “livro digital” da Amazon ganhou iluminação embutida na tela e preço mais atrativo.

Desde o seu lançamento o Kindle foi muito elogiado pelos usuários do aparelho. A principal novidade é a iluminação embutida na tela, ferramenta que só estava disponível nos modelos mais caros do dispositivo de leitura, como o Kindle Paperwhite.

Essa atualização permite a leitura dos e-books em ambientes escuros e em lugares muito claros, diminuindo o contraste das fontes contra a luz artificial ou até solar.

O design também ganhou uma atenção especial. As bordas sofreram pequenas alterações e ficaram com uma pegada mais confortável. O peso e a espessura também sofreram um pequeno update: o Kindle agora tem 174 gramas e 8,7 milímetros de espessura.

O tamanho da tela e a definição continuam iguais á versão anterior. O Kindle 10ª Geração possui 6 polegadas e definição de 167ppi. A tecnologia e-ink, que faz a tela imitar a página de um livro, também continua sendo utilizada.

Entre tantas melhorias o aspecto mais elogiado foi o preço. Mesmo com a grande novidade da iluminação integrada na tela a Amazon conseguiu manter a mesma faixa de preço dos modelos anteriores da mesma linha. O Kindle 10ª Geração tem o preço sugerido de R$349 nas lojas brasileiras.

Apple inicia venda de seus novos iPads no Brasil

No último mês, mais precisamente no dia 18 de março, a Apple anunciou oficialmente que seus últimos lançamentos, o iPad Air e o iPad Mini, chegariam ao Brasil.

No entanto, o anuncio não continha uma data específica em que os aparelhos estariam disponíveis nas lojas brasileiras, apenas mencionando sua homologação concluída.

E foi foi assim, sem qualquer alarde, que a Apple decidiu disponibilizar a partir de hoje, 23 de abril, seus mais novos portáteis: o iPad Air e o iPad Mini.

Para quem se interessou nas novidades, é bom já considerar os altos preços do padrão Apple. O iPad Air e o iPad Mini podem ser comprados a partir de R$4.499 e R$3.499, respectivamente.

Os valores acima são considerando a versão mais básica do aparelho, apenas com conexão á internet via Wi-Fi e 64GB de armazenamento. Para quem for mais exigente e quiser a versão com conexão 4G e memória 256GB os preços são R$6.799, do iPad Air, e R$5.799, do iPad Mini.

Comparativo Apple: iPad Mini, Air & Pro

No começo deste ano a Apple anunciou as novas versões do iPad Air e do iPad Mini. Uma grande novidade foi a criação de uma nova linha para os mais exigentes usuários de iPad, a Pro.

A diferença mais perceptível e que pode ter a maior influência é o tamanho entre os três aparelhos.

Se você precisa de um tablet para carregar para todos os lugares o iPad Pro não é a melhor escolha. A tela de 12,9 é ideal para o uso dentro da sua empresa ou residência porém um grande deslocamento pode se tornar um tanto quanto desconfortável com um display tão grande e consequentemente pesado, de 730g.

Por outro lado, para quem precisa andar com o tablet o dia inteiro o iPad Mini pode ser uma ótima opção. Com 7,9 polegadas e 300g ele tem quase a metade do tamanho e muito menos peso em relação ao iPad Pro.

o iPad Air está bem na metade do caminho: ele possui uma tela de 9,7 polegadas e pesa 437g. Para quem não pode abrir mão de uma tela relativamente grande e vai andar junto ao aparelho essa é a escolha mais viável.

No setor resolução, os iPads Mini e Air possuem a mesma: 2048×1536 pixels. É uma resolução muito boa e que não deixa nenhuma reclamação para usuários comuns. Mas se, por exemplo, você trabalha com edição de fotos e precisa de suporte 4K o iPad Pro não te deixa na mão. Ele vem com uma resolução de 2732×2048 pixels que combinada com sua gigantesca tela pode ser braço direito para quem trabalha com edição de imagens.

Falando sobre a performance o iPad Pro fica muito na frente: Ele chega com 4GB de memória RAM e processador dual core de 2,26GHz. Segundo a Apple, ele é capaz de editar vídeos em 4K e rodar até 4 aplicativos lado a lado sem nenhum problema. Com uma ficha técnica tão avançada e sendo o único iPad que tem suporte para teclado e Apple Pencil o iPad Pro pode se tornar um verdadeiro computador portátil.

Os iPads Mini e Air possuem 2GB de RAM e processador dual core de 1,5GHz. Embora sejam mais simples ainda estão longes de ser considerados fracos, e prometem uma fluidez impecável para atividades do dia á dia.

Todos eles tem versões com conexão 4G e variam entre 16, 64 e 128GB de armazenamento interno.

Os iPads Mini e Air já estão á venda no brasil, confira aqui os preços e as novidades.

O iPad Pro ainda não foi lançado oficialmente no Brasil, porém, já está em homologação pela Anatel e deve chegar ao mercado nas próximas semanas.

Galaxy Buds: Os básicos fones sem fios da Samsung

No começo dessa semana a Samsung anunciou seus novos fones de ouvido totalmente sem fio. Herdando o formato dos antigos fones da marca, o Gear IconX, o Galaxy Buds perdeu funções e foi marcado pela simplicidade.

Se você gosta de dispositivos simples e sem muita enrolação pode contar com os fones sem fio da Samsung: a função do Galaxy Bud se resume a tocar musica, e só.

Um dos pontos que mais renderam elogios ao lançamento foi o conforto, ponto que foi bastante priorizado pela Samsung. As borrachinhas padrões, ficaram menos em relação ao Gear Iconx, e, como não existe um tamanho padrão para este tipo de equipamento elas podem ser substituídas por tamanhos maiores.

Em contrapartida ao ótimo conforto, o isolamento não é tão eficiente como no Gear Iconx, podem apenas deixar na mão em ambientes muito barulhentos.

O estojo de carregamento também é direto ao ponto: possui um só LED e uma porta USB para carregar os “Buds”.

A bateria também foi elogiada pelos que já testaram: ela tem autonomia entre 4 e 6 horas de música, dependendo do volume utilizado.

Pesando 5,6 gramas em cada lado, o Samsung Galaxy Bud chega custando 999 reais. O preço não deixou muita gente feliz, rendendo comentários de um péssimo custo-benefício devido ás escassas funções dos fones.


MegaBoom 3 da Logitech: caixa de som portátil para dar festas!

As caixas de som portáteis existem a muito tempo, porém, apenas nos últimos anos a qualidade e volume de som se intensificou. A MegaBoom vem para agitar esse mercado.

A pioneira nas portáteis ultrapoderosas é a JBL, que já conquistou o mercado mundial. Para competir com a americana, a Logitech comprou a Ultimate Ears, empresa especializada na produção destes equipamentos.

Após a aquisição que colocou a Logitech no mercado das caixas de som portáteis, houveram vários lançamentos que dividiram as opiniões dos críticos. Houveram vários lançamentos que dividiram as opiniões dos críticos, o mais recente, a MegaBoom 3, veio para mostrar que as produções Logitech estão lado a lado das top de linha JBL.

A dispersão de som é muita alta e em 360 graus, ideal para festas até 50 pessoas. O dispositivo ainda conta com Bluetooth, que permite a fonte do sinal estar até 45 metros distante. Na versão anterior esta distancia era de 30m.

Com tecnologia á prova de água a caixa é ideal para festas na piscina. Ela pode ser mergulhada em até 1,5 por 30 minutos. A Logitech também informa que a bateria da MegaBoom 3 dura cerca de 20 horas ou mais, dependendo do volume utilizado.

A Logitech também informa que a bateria da MegaBoom 3 dura cerca de 20 horas ou mais, dependendo do volume utilizado. Com o preço de em média R$1.000, batendo de frente com a JBL em todos os quesitos ela veio para multiplicar nossa indecisão sobre qual caixa de som portátil comprar.

Pensando em comprar? Veja algumas dicas sobre como comprar com segurança na internet aqui. Além disso também separamos para você algumas lojas que estão vendendo a MegaBoom em promoção, confira:

Espaço de sobra: Conheça o My Passport, HD externo de 4TB

A WDC, empresa americana especializada em dispositivos de memória portáteis, anunciou seu mais novo lançamento: o My Passport, com incríveis 4 Teras de armazenamento.

Em tempos onde a maioria dos documentos e fotos são nada mais nada menos do que bits, espaço de armazenamento se tornou uma importante ferramenta, seja para uma empresa guardar seus arquivos de negócio ou para alguma pessoa guardar suas fotos e vídeos de família.

O lançamento, no geral, agradou a maioria das pessoas interessadas neste tipo de tecnologia. O design trazido pela empresa americana é leve e compacto, fácil de se guardar e manejar. Ele possui 110×81,5 milímetros e pesa 250 gramas. As cores que podem ser escolhidas são: amarelo, azul, branco, laranja, preto e vermelho.

Outro ponto alvo de elogios é o cabo. O USB 3.0 é mais rápido e seguro. Com 46 centímetros ele possui a mesma cor do produto que for escolhido.

Tradição nos produtos da WDC, o dispositivo ainda traz um software com 3 funções de auxílio ao cliente: Backup, segurança (é possível colocar uma senha) e visão geral do armazenamento.

Para quem achar 4TB muito espaço, pode optar pelos modelos de 3, 2, e 1TB.

Nas lojas online brasileiras ele pode ser encontrado a partir de 900 reais.

Xiaomi Mi Band 3 vs Huawei Honor Band 4

Para os amantes das pulseiras inteligentes a Xiaomi é referência no assunto. Porém, a sua maior rival chinesa, a Huawei, investiu alto e trouxe melhorias de ponta para a sua Honor Band. Estas, que colocaram as duas bands chinesas lado a lado.

O fato de que as duas bands trazem o maior custo-benefício do mercado ninguém pode negar. Agora, a pergunta que tende a ser feita é: Qual vale mais a pena? Qual a melhor?!

Começando pelo preço: a Xiaomi Mi Band 3 teve seu preço de lançamento de 30 dólares. Hoje, pouco mais de 6 meses depois, seu preço varia entre 25 e 27 dólares. A Huawei Honor Band 4 ainda possui seu preço de lançamento, pois foi anunciada oficialmente no começo do mês passado. Este preço é de 35 dólares.

Com o fator preço relativamente empatado, a mudança parcial deste resultado começa a mudar quando falamos sobre o display. A pulseira da Xiaomi conta com uma tela OLED monocromática de 0,78″ e 128×80 pixels. Uma qualidade baixa mas que para sua finalidade é muito aceitável. A Huawei traz uma tecnologia mais vívida: o AMOLED 240×120 pixels, colorido, mais brilho e nitidez. A tela também é um pouco maior, com 0,95″. Ponto para a Huawei.

Como a vida não é fácil, voltaremos para um empate. No quesito funcionalidade a Xiaomi tem uma vantagem considerável. Oficialmente, ambas possuem as mesmas ferramentas: contagem de passos e atividade física, medidor de horas e qualidade de sono, e medidor de batimento cardíaco. O que faz a Mi Band 3 se destacar é sua popularidade. Como assim? Sendo mais popular a Mi possuí muitos aplicativos e softwares não oficiais que adicionam ferramentas exclusivas á pulseira inteligente.

Os outros detalhes técnicos que devemos destacar são bem semelhantes. As duas pulseiras são a prova da água com 5 ATM. A bateria da Mi Band 3 possui 110mAh contra 100mAh da Honor Band 4, valores muitos parecidos. Versão do Bluetooth 4.2 para ambas.

Concluindo, o desempate geral é decidido por um detalhe não técnico: por ter mais tempo no mercado global a Xiaomi conta com mais suporte, seja no software quanto no hardware: é muito mais fácil encontrar aplicativos e películas/pulseiras para a Mi Band 3. Mas esta é uma consideração momentânea, visto que a Huawei está crescendo muito e seu suporte consequentemente vai melhorar nos próximos anos.